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12 de Março de 2019
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Trabalhadores tomam posse na OLT da Cobra Tecnologia
Nova gestão da Organização por Local de Trabalho vai até 2021 e lutará contra privatizações



Os trabalhadores Wildston Xavier de Mesquita e Enver Padovezzi Ferreira tomaram posse na tarde desta segunda-feira (11), na sede do Sindpd, em São Paulo (SP), da nova gestão da Organização por Local de Trabalho (OLT) da Cobra Tecnologia.

Em uma gestão que vai até 2021, os representantes foram eleitos após pleito realizado nos dias 21 e 22 de fevereiro, na capital paulista, Alphaville, Bauru, Campinas, São José dos Campos e Ribeirão Preto.

Segundo os representantes, a OLT é mais uma alternativa para aproximar o sindicato dos trabalhadores à empresa.

"A OLT leva o Sindicato para dentro da empresa de uma forma efetiva. Aproxima bastante os trabalhadores das representações, que muitas vezes acabam ficando um pouco distantes da diretoria. Estamos próximos de todo corpo de funcionários, conseguimos ouvir as particularidades e levar as ideias e pensamentos do trabalhador da base para dentro do Sindicato, tornando o convívio melhor", disse Ferreira.

Para Mesquita, além dessas atribuições, a OLT também consegue mostrar para o trabalhador a importância da organização sindical nas conquistas para categoria.

"Uma empresa que não tem OLT, a relação [trabalhador/sindicato] acaba ficando distante e, às vezes, isso gera um desconforto do trabalhador. Quem está próximo sabe da importância do Sindicato e o quanto ele fez pela categoria, além dos benefícios conquistados através de luta", afirmou o trabalhador.

Entre os compromissos dos representantes da OLT, está a luta contra as privatizações.

"Temos um novo governo que está atacando diretamente os direitos trabalhistas. São duas causas que teremos que brigar, contra a privatização e a terceirização", completou Wildston Xavier de Mesquita.

Segundo Enver Padovezzi Ferreira, a nova gestão deve usar desse atributo para atuar nas pautas de defesa e informar a categoria.

"As pessoas estão tomando posições superficiais. Ao mesmo tempo, as pessoas estão ansiosas para discutir os assuntos. Estamos pensando em um modo de atuar diferente para esclarecer as dúvidas dos trabalhadores com as reformas e também sobre o papel do Sindicato. Ou seja, queremos levar informação para esse trabalhador. Imaginamos que dê para atuar de uma maneira mais tecnológica, mais digital. Talvez montar uma plataforma e utilizar as redes sociais, onde todos consigam ser ouvidos e onde sejam discutidos os assuntos de interesse da categoria", finalizou.

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