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26 de Março de 2011
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Sindpd faz piquete na CPM, HP/EDS, Tivit, Fidelity, Stefanini, Indra e outras
Informações que chegam das portas das empresas apontam que a paralisação já atingiu grande parte do setor. Muitos companheiros se somaram aos piquetes organizados pelo sindicato, como foi o caso da CPM Braxis esta manhã. Na HP/EDS e na Tivit, muitos trabalhadores participaram das assembleias convocadas pelo sindicato e não entraram para trabalhar. Na Indra da Brigadeiro Galvão, empresa que presta serviço para a Telefônica, a paralisação foi total assim como na ConnectCom, que atende a Caixa Econômica. No interior também estão sendo feitas paralisações. Em Ribeirão Preto, Araraquara, Sorocaba, Itú, Santos, Jundiaí, entre outras. Os diretores do sindicato seguem em manifestações em Alphaville, onde o presidente do Sindpd, Antonio Neto, comanda a paralisação da CPM Braxis. Ação agora ocorre agora na Stefanini e Print Laser. Na ConnectCom a paralisação foi de 100%. Um dos diretores da ConnectCom enviou agora uma notificação ao Sindpd ressaltando o resultado que a greve obteve em sua empresa. "Hoje, por conta da decisão de greve, 100% dos nossos funcionários internos da CEF (Brás) não estão trabalhando e com isso a ConnectCom irá receber multas altíssimas, portanto pedimos que seja concedido a contingência de 80% da equipe", frisou. Na CPM Braxis o piquete começou as 06h da manhã. Comandados pelo presidente do Sindpd, Antônio Neto, um grupo de diretores fez uma assembleia na porta da empresa. Muitos trabalhadores participaram da manifestação e aderiram ao movimento grevista. Informações repassadas pelos companheiros da CPM dão conta de que o setor de desenvolvimento de projetos está completamente parado. Outros departamentos da empresa estão trabalhando em operação padrão. A Polícia Militar foi acionada pela empresa para tentar reprimir o piquete do sindicato, mas os trabalhadores atenderam o chamado do Sindpd e permaneceram na porta da CPM. "Nosso movimento é um sucesso. Paramos quase toda a Fidelity, a CPM, a HP/EDS, a Tivit e diversas outras empresas do setor. Além disso, muitos companheiros aderiram ao movimento e não foram trabalhar. Notícias de todo o estado chegam a todo momento, muitas empresas reclamando que 100% dos trabalhadores pararam. Quem duvida do trabalhador de TI caiu do cavalo. Estamos unidos e vamos lutar para assegurar o nosso direito", disse Antonio Neto. O Sindicato orienta todos os companheiros a não ir trabalhar hoje. Nas estatais estamos fazendo operação padrão. O mesmo ocorre em algumas empresas que prestam serviços essenciais. Na HP/EDS, unidade Imigrantes, o sucesso da paralisação se confirmou após centenas de funcionários abandonarem seus postos de trabalho e abraçarem a greve. O piquete começou por volta das 7h30min da manhã. Agitados, os seguranças da empresa tentaram impedir a mobilização de diversas maneiras: chamando a polícia, ativando carros de segurança privada e intimidando trabalhadores- mas nada adiantou. Pacificamente, os diretores do Sindpd convocaram os trabalhadores com um carro de som e material informativo. Após duas horas de manifestação, a revolta dos trabalhadores se tornou visível dentro da HP, todo sistema de helpdesk referente ao atendimento da Vale do Rio Doce parou, além problemas com outros setores da empresa. Os trabalhadores revoltados exigiram melhores salários. Uma funcionária da HP/EDS que opera o helpdesk da Vale afirmou que há mais de 4 anos não recebe um aumento real. "Aqui dentro é assim, as pessoas não nos respeitam. Eu chego no horário todos os dias, não falto por nada e não tenho valorização do meu serviço", explica. Durante a paralisação muitos funcionários deixaram de entrar na HP. As 10h da manhã, todos os funcionários que aderiram à greve, fizeram valer os seus diretores foram para casa. Os dirigentes da HP foram alvos dos manifestantes, segundo funcionários, que não quiseram se identificar, "jamais deu bom dia para nenhum trabalhador. Hoje por causa da greve ele cumprimentou todos que não aderiram à manifestação", esbravejaram. Depois, os diretores do Sindpd fizeram uma manifestação em frente a Stefanini. Embora os trabalhadores já tivessem entrado na empresas muitos deixaram os postos de trabalho e aderiram o movimento grevista. "Os trabalhadores de TI de São Paulo estão cruzando os braços para dar um basta no desrespeito com a nossa profissão. Precisamos dar um basta no vale coxinha. Existem empresas como a Stefanini, a Sonda, Tivit, etc, que fornecem VR de 6, 7 e 8 reais. Precisamos dar um basta na falta de aumento salarial digno, nos baixos salários pagos para o profissional qualificado, que passa a vida na empresa para aumentar o lucro do patrão. Queremos dar um basta nas contratações ilegais, nos PJs, nas sereias e nas cooperativas que nos rouba os direitos, a dignidade e a possibilidade de termos um futuro mais tranqüilo", afirma Emerson Moresi, diretor do Sindpd. O movimento de greve realizado na Tivit teve grandes proporções para os trabalhadores e também para os gerentes e o RH da empresa. Durante a manhã de hoje, os dirigentes do Sindpd e um grupo de manifestantes bloquearam a entrada dos funcionários. "Temos de defender nossos direitos. Juntos podemos fazer a força. Essa categoria precisa ser valorizada. Não queremos prejudicar a empresa e sim fazer com que ela dê o devido valor aos seus empregados", ressalta José Ribamar Dantas. Para um dos funcionários da empresa, esta é a maneira de reivindicar os direitos da categoria. "A Tivit não paga horas extras, transforma em banco de horas piratas, obrigando a descansar como escala de folgas que irá se consumar como eles bem entenderem. Com relações às folgas, tem pessoas com média de 600 horas a serem pagas. Assedio moral é rotineiro, vamos mostrar a estes chefes que o respeito pelo menos não pode faltar", declara. Durante a manifestação na porta da Tivit, toda a equipe de RH e gerência desceram na entrada do prédio coagindo alguns trabalhadores a entrar. No entanto, centenas de funcionários não entraram. A empresa chegou a solicitar viaturas de Polícia Militar para tentar coibir o movimento, entretanto como a polícia percebeu que o movimento era legal não fez nenhum tipo de bloqueio. Nos últimos cinco anos, a Tivit foi uma das empresas que mais cresceu no mercado e possui um número de mais de mil funcionários. Um de seus maiores clientes é a cielo, visa Credicard e Bradesco. A empresa é responsável também pela transferência de crédito e processamento de vendas de cartão de crédito e débito. Devido a manifestação do Sindpd na Tivit, alguns serviços acabaram ficando prejudicados como, a conexão de dados, processamento, e pagamento de faturas para empresas que fornecem sistemas de medicamentos pela EDI. Baixe aqui o manual da Greve.

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